| Trabalhaholic se trabalhar não se canse, descanse de trabalhar! A regulamentar com muita vontade! |
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Novembro 14, 2007 Novas são as Oportunidades
Só para me manter actualizado. Façam o favor de clicar mais abaixo... devagarinho...
O melhor humor que se vai fazendo pela lusa pátria... desinstitucionalizado. Vale a pena fazer muitas cópias desbebido puro élico o anjo | Regulamentários: Fevereiro 27, 2007 À espera de trabalho, empenhadamente
Indiscritível vontade... com o à-vontade que se vê.Recorrências do sofrer? Desempenho avaliado por quem se empenha em avaliar... qual proletário que se verga à obrigação de nada justificar.
Impunidades que a incompetência mora sempre ao lado, de lado. Em frente?
Mergulhando no sempiterno abismo:
- não me cobres com a tua INactividade? Respondo-lhe com a antítese da ausência de desempenho e pico o cartão enquanto não me desloco...
... a qualidade da minha quantidade não cabe em nenhuma convenção colectiva de trabalho. Aos outros, aos excelentemente bons por que adequados à sua insuficiente suficiência.
Ciência para todos?
Alguns!
Mergulhemos também...
desbebido puro élico o anjo | Regulamentários: Janeiro 15, 2007 À espera de trabalho
Enquanto busca com o olhar, pesquisa a vontade... com o à-vontade que se vê.Recorrências que o nu desperta nos intervalos do sofrer... qual proletário curvado pelo doce horário que o obriga à produção fixada: NADA!
Vou forrar assim, com alegorias destas, o chão da fábrica.
Fitando-me desafiadoramente como que perguntando:
- não me cobres com a tua actividade?
Respondo-lhe com a antítese da ausência de desempenho e pico o cartão enquanto olho para o lado...
E aquele olhar que não muda a posição.
Talvez a posição seja míope...
desbebido puro élico o anjo | Regulamentários: Dezembro 30, 2006 ...quase 1 ano...
Qual a diferença entre tolerância de ponto e tolerância de ponte? Até que ponto é possível ser tolerante sob a ponte que nos alimenta?
Para além destas metafísicas questões... 2007 perdões? Que 2006 já era! Era? Foi!
...de boicotes, mentiras que ficam sempre bem; ...de anónimas e requintadas missivas que só dignifica quem assim sabe estar perante outrem; ...de lavadeiras a mais os seus putativos filhos mal amados e preteridos quando dá jeito; ...de condutores conduzidos dum altar (palanque neo-burguês conquistado à conta de muitos enchidos) para as promíscuas caves do favorzinho por conta; ...da iliteracia reinante que a todos toca de súbito? ...globalização que nos levará a produção de enchidos, deslocalização do olhar que recai sempre na miséria. Só esta não é incompetente!
E impotente, eu, agarro-me à festividade das datas que se vestem de vermelho.
E o que me espera neste ano que de novo promete mudanças tetra-brickianas? Aconchego nas almofadadas ali de cima, fruto de enorme sucesso; ...assim de olhinhos bem cobertos, a moldar-lhe a vergonha. Nem todas são assim... Felizmente; mente feliz!
Fogosa desdita tragada a rodos: 2007 copos de todo o alcoólico líquido a fim de ludibriar a vontade de trabalhar. E uma broa para quem não fizer nada!
desbebido puro élico o anjo |
Regulamentários:
Dezembro 19, 2006 Tolerância de ponto
![]() Apesar de não estar provada a sua vestida existência, o Governo concedeu tolerância de ponto aos funcionários públicos no próximo dia 26. Gostaria tanto de ser despudoradamente público. Lá terei que contentar-me com a tradicional deslocação natalícia de muitas pessoas para fora dos seus locais de trabalho... é Natal todos os dias, basta que os operadores queiram!
Será que a minha mui e ilustre empresa (que não é minha, como por certo se lembrarão) deixará por encher [os enchidos] durante aquele período destinado à confraternização familiar?
Será que o meu Natal será na tal que o seu nunca será o meu?
Quer será do regulamentador? Continuará a alimentar a dor de existir? Esgrimindo políticas de recursos humanos que não existem e nunca existiram?
Será que os transportados serão sempre e aqueles que o queiram e de ida-e-volta?
Pão e circo? Não! Bacalhau com todos despido pelos folclóricos corredores do nosso descontentamento.
Votos de um Feliz Na Tal e nas outras e nos outros todos também com desejos emprestados a Elias Canetti:
"Cobarde, verdadeiramente cobarde, é aquele que tem medo das suas lembranças."
(nem me lembro se existe tão só porque não lhes invejo a incompetência. Recordo, isso sim! a frenética inactividade dos bens instalados na vida. Os que são levados pelo trenó do populismo puxados por nada)
NR: Ainda bem que a empresa está cotada na bolsa.
desbebido puro élico o anjo |
Regulamentários:
Novembro 18, 2006 Como o tempo passa e nada se passa com o passar do tempo
![]() ...das vis fileiras do proletariado e de quem os protela ignobilmente vi hordas de enchidos congratularem-se com o iminente fim... Não existira este pois não se dera o início de nada...É do jazente nada que aflora a competência reconhecida porque reconhecível. Manutenção... de postos de trabalho! Gritam os cartazes dos iliteratos que contestam a sua própria existência. Sim! Porque é fácil assim existir. Vã glória da extrema ocupação em nada fazer. Vangloriada pompa e mais a sua circunstância. Aqui lembro-me d'O Saque de Joe Orton e do facto do euromihões nada querer comigo:
"Gostava de montar um bordel. Um bordel de 2 estrelas. E se o negócio crescesse, avançava para um bordel de 3 estrelas. Havia de lá ter uma preta. Não concordo com a barreira da cor. E uma tipa finlandesa. Punha-as a chonar juntas. Para realçar o contraste.
"E havia de ter 2 irlandesas. Uma católica decente. E uma protestante. E havia de fazer com que os protestantes escolhessem as católicas. E os católicos as protestantes. Para lhes ensinar como vive a outra metade. Havia de ter uma tipa loira com o cabelo pintado de escuro. E uma tipa morena com o cabelo pintado de louro. E uma anã. E uma tipa alta de mamas grandes."
E pronto, eis-me de volta ao trabalho. Tão sóbrio quanto o ébrio (ou será o contrário) Joe Orton: "Sou da sarjeta e não te esqueças disso, porque eu também não." desbebido puro élico o anjo | Regulamentários: Agosto 3, 2006 Por favor, não façam nada!
![]() ...não se cansem demasiado neste estival período... continuem trabalhando árduamente, mente sempre desperta para a árdua tarefa de planear o cansaço, descansadamente à sombra dum vencimento sempre líquido de despreocupações... sem interrupções, frases feitas... abortos clandestinos, que sentido para a incompetente incompetência? Ei-los os de 2.ª subjugados à ditadura dos bens instalados, senhores do savoir faire - datado é certo! Experiência canónica bebida de empirismos como se fora água imprópria para consumo. Quilómetros mil por muitas e sempre as mesmas... e com que retorno? Nulidade imperial servida com pratinho de tremoços... boleia ao sabor dum qualquer comercial, anúncio? Arre abrenúncio, benquista multiópticas.
É vê-los, árduo trabalho a merecer umas desmerecidas férias. Ai que o outro já lá dizia: "a terra a quem a trabalha!"
Concordo, marximamente falando. Enterrem esse gajo já, pode ser que da estrumice nasça um novel período de descanso... Boas férias!
Não trabalhem por 2... Façam o minímo indispensável. Chega para se ser bem visto! Coisas da moda, na moda... A anti-moda é também ela uma moda. Sabiam?
E para terminar um pensamento: será que os mamões têm mamas?
desbebido puro élico o anjo |
Regulamentários:
Julho 10, 2006 E agora? (que acabou o Mundial)
Será que estas pobres e desamparadas jogadoras não mais empresas poderão visitar?
![]() Restar-lhes-á, porventura, a ventura de assim estando ao sol... apanharem com alguma borrasca (esperemos que passageira). De peito bem omnipresente se fará o campeão, verdadeiro e perfilado marketing...
desbebido puro élico o anjo |
Regulamentários:
![]() Junho 1, 2006 Como o tempo passa...
É verdade...
E mais não digo. Sempre vale mais omitir do que emitir o que quer que seja. Um mês depois, uma criança.
Preservai a desdita por imemoriais tempos. Até que a voz nos doa... mas valerá a pena?
Não! Não vale mesmo nada... como aliás quase tudo e o resto também. Preservai a incompetente indolência... Talvez duremos mais alguns anos... ou meses... ou nada.
Às crianças tudo se perdoa.
desbebido puro élico o anjo |
Regulamentários:
Maio 1, 2006 Por favor, não façam nada!
Trabalhadores de todo o mundo? Uni-vos. Não façam planos para um futuro que só existe presentemente no passado.
Tomai univocamente as necessidades que levantai e sobre elas não sirvam os desígnios de quem vos contrata.
Preservai a desdita!
Acreditai que assim, de cabeça bem erguida sob a terra, atingireis o céu. Talvez um dia feriado. Quiçá uma qualquer promoção. Uma qualquer contratação.
Eu mesmo perigranarei de bandeira em riste até aos confins da incompetência... se calhar só...
desbebido puro élico o anjo |
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